Alberto Cortez — Nanas De La Cebolla letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Nanas De La Cebolla" de Alberto Cortez.

Letra

La cebolla es escarcha
Cerrada y pobre
Escarcha de tus días
Y de mis noches
Hambre y cebolla;
Hielo negro y escarcha
Grande y redonda
II
En la cuna del hambre
Mi niño estaba;
Con sangre de cebolla
Se amamantaba
Pero tu sangre
Escarchada de azúcar
Cebolla y hambre
III
Una mujer morena
Resuelta en luna
Se derrama hilo a hilo
Sobre la cuna
¡Ríete niño
Que te traigo la luna
Cuando es preciso!
IV
Alondra de mi casa
Ríete mucho
Que es la risa
En tus ojos
La luz de mundo
Ríete tanto
Que mi alma al oírte
Bata el espacio
Tu risa me hace libre
Me pone alas;
Soledades me quita
Cárcel me arranca
Boca que vuela
Corazón que en tus ojos
Relampaguea
VI
Es tu risa la espada
Más victoriosa
Vencedor de las flores
Y las alondras
Rival del sol
Porvenir de mis huesos
Y de mi amor
VII
Es tu risa la espada
Más victoriosa
Vencedor de las flores
Y las alondras
Rival del sol
Porvenir de mis huesos
Y de mi amor
VIII
Desperté de ser niño…
¡…nunca despiertes!!!
Triste llevo la boca…
¡…ríete siempre!!!
Siempre en la cuna
Defendiendo la risa
Pluma por pluma
IX
Ser de vuelo tan alto
Tan extendido
Que tu carne es el cielo
Recién nacido
¡Si yo pudiera
Remontarme al origen
De tu carrera!
Al octavo mes ríes
Con cinco azahares
Con cinco diminutas
Ferocidades
Con cinco dientes
Como cinco jazmines
Adolescentes
XI
Frontera de los besos
Serán mañana
Cuando en la dentadura
Sientas un arma
Sientas un fuego
Correr dientes abajo
Buscando el centro
XII
Vuela niño en la doble
Luna del pecho:
Él, triste de cebolla
Tú, satisfecho
No te derrumbes
No sepas lo que pasa
Ni lo que ocurre

Tradução da letra

A cebola é geada
Fechada e pobre
Geada dos seus dias
E das minhas noites
Fome e cebola;
Gelo preto e gelo
Grande e redonda
II
No berço da fome
O meu filho estava;
Com sangue de cebola
Estava a amamentar
Mas o teu sangue
Gelado de açúcar
Cebola e fome
III
Uma mulher morena
Resolvida na lua
É derramado fio a fio
Sobre o berço
Ri te rapaz
Que te trago a lua
Quando é preciso!
IV
Cotovia da minha casa
Ri muito
Que é o riso
Nos teus olhos
A luz do mundo
Ri te tanto
Que a minha alma te ouvir
Bata o espaço
A tua risada deixa me livre
Põe me asas;
Solidões me tira
Prisão me arranca
Boca que voa
Coração que em seus olhos
Fecha
VI
É o teu riso a espada
Mais vitoriosa
Vencedor das flores
E as cotovias
Rival do sol
Futuro dos meus ossos
E do meu amor
VII
É o teu riso a espada
Mais vitoriosa
Vencedor das flores
E as cotovias
Rival do sol
Futuro dos meus ossos
E do meu amor
VIII
Acordei quando era criança…
nunca nunca acorde!!!
Triste eu carrego a boca…
ri-te sempre!!!
Sempre no berço
Defendendo o riso
Caneta por caneta
IX
Ser tão alto
Tão difundido
Que a tua carne é o céu
Recém-nascido
Se eu pudesse
Voltar para a origem
Da tua carreira!
Ao oitavo mês RIS
Com cinco Laranjeiras
Com cinco pequenas
Ferocidades
Com cinco dentes
Cerca de cinco jasmim
Adolescentes
XI
Fronteira dos beijos
Será amanhã
Quando na dentição
Senta uma arma
Sinta um fogo
Correr dentes para baixo
À procura do centro
XII
Voe criança na dupla
Lua do peito:
Ele, triste de cebola
Você, satisfeito
Não desmorones
Não sabes o que se passa
Nem o que acontece