Albert Pla — La Dama De La Guadaña letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Dama De La Guadaña" de Albert Pla.

Letra

Por una enfermedad muy larga
Estaba agonizando en la cama
Ya expiré el último aliento
Y entró la muerte en mi casa
Vengo a llevarte conmigo
Me dijo la dama de negro
Todas las almas me llevo
Yo soy la muerte y te quiero
Pues cuidadito señorita
Que llevo una rumbita en mi alma
Y si usted quiere agarrarla
Yo le aviso que se contagia
Y conste que le avisé a tiempo
Pero ella no me hizo caso
Me arrancó el alma de cuajo
Se llevó mi alma de rumbero
Y que sin darse cuenta
La dama negra negra
Se volvió alegre alegre
Caliente caliente
Sería mi rumba rumba
Sería por suerte suerte
Sería mi baile baile
Sería por magia magia
Pero imagínense que gracia
Ver la dama de la guadaña
Bailando y cantando a palmas
Una rumbita catalana
Bailamos toda la noche
Al ritmo de mi guadaña
Yo hice el amor con la muerte
Mi rumbita me dio suerte
Yo no sé lo que se pasa
Cuando la vida se pasa
Sólo sé que en una caja
No no hay sitio para mi alma
Yo les traigo una rumbita
Una rumbita catalana
Que hasta los muertos levanta
Al ritmo de mi guadaña

Tradução da letra

Por uma doença muito longa
Estava a morrer na cama
Já expirei o último suspiro
E a morte entrou em minha casa
Vim levar te comigo
A senhora de preto disse Me
Todas as almas que eu levo
Eu sou a morte e amo te
Cuidado menina
Que tenho um rumbo na minha alma
E se você quiser agarrá la
Eu aviso o que está a passar
E saiba que o avisei a tempo
Mas ela não me deu ouvidos
Arrancou me a alma de coalho
Levou a minha alma de rumbero
E que sem perceber
A senhora negra negra
Tornou se alegre alegre
Quente quente
Seria o meu rumba rumba
Seria sorte sorte
Seria a minha dança dança
Seria magia magia
Mas imaginem que graça
Ver a Senhora da foice
Dançando e cantando para palmas
Uma rumbita catalã
Dançámos a noite toda
Ao ritmo da minha foice
Eu fiz amor com a morte
O meu rumbita deu me sorte
Não sei o que se passa
Quando a vida passa
Só sei que numa caixa
Não, não há lugar para a minha alma
Eu trago uma rumbita
Uma rumbita catalã
Que até os mortos levanta
Ao ritmo da minha foice