Alba Molina — Sevillanas De La Vida letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sevillanas De La Vida" de Alba Molina.

Letra

Me enamoré, me enamoré, me enamoré,…me enamoré
Me enamoré de tu risa, tu pelo, tu cara
Paisaje del cielo
De lo verde de los campos
Del aire, del sueño
Del hombre que anhelo
Cantaba el amanecer y me bañaba un lucero
Cantaba una gran verdad
Si no me besas, me muero
Me enamoré, me enamoré, me enamoré
La soledad, la soledad, la soledad,…mi soledad
La soledad me acompaña
De noche, tu ausencia, me mata y me hiere
Lo que robamos al tiempo
Tus besos, mi miedo, la escarcha de Enero
La soledad me enseñó a amarte sobre los celos
A perseguir tu pasión y a refugiarme en mi credo
La soledad, la soledad, la soledad
Tú qué me das, tú qué me das, tú qué me das,…tú qué me das
Si yo te doy mi cariño, sincero
Mi risa, mi boca de hielo
Te doy lo limpio del aire
Mi sangre, mis ganas
Mi aliento, mi velo
Te doy las flores de abril
Lo que me escribe el encero
Te doy la voz de jazmín
Te doy un patio de arbero
Tú qué me das, tú qué me das, tú qué me das
Libérame, libérame, libérame,…libérame
Libérame de lo negro, lo sucio
Lo muerto, lo falso y lo necio
Y dame el son de los campos de Cadiz
Lo blanco y el azul del cielo
Libérame del perdón, de los que nunca sintieron
De los que no ven amor
De los que son embusteros
Libérame, libérame, libérame

Tradução da letra

Apaixonei-me, apaixonei - me, apaixonei-me, Enamor apaixonei-me
Apaixonei-me pelo teu riso, pelo teu cabelo, pela tua cara
Paisagem do céu
Do verde dos campos
Do ar, do sono
Do homem que anseio
Cantava o amanhecer E tomava banho de uma estrela
Cantava uma grande verdade
Se não me beijares, Morro
Me apaixonei, me apaixonei, me apaixonei
A solidão, a solidão, a solidão, mi a minha solidão
A solidão me acompanha
À noite, a tua ausência mata-me e magoa-me
O que roubamos ao tempo
Seus beijos, meu medo, a geada de Janeiro
A solidão ensinou me a amar te sobre ciúmes
Perseguir a tua paixão e refugiar me no meu credo
Solidão, solidão, solidão
O que me dás, o que me dás, o que me dás, o que me dás
Se eu te der o meu carinho, sincero
O meu riso, a minha boca de gelo
Dou Te o ar limpo
O meu sangue, o meu desejo
O meu hálito, o meu véu
Dou-Te as flores de abril
O que o encero me escreve
Dou Te a voz de jasmim
Dou Te um pátio de arbero
O que me dás, o que me dás, o que me dás
Liberta-me, liberta-me, liberta-me, liberta-me
Liberta-me do preto, do Sujo
O morto, o falso E o insensato
E dá me o São dos campos de Cadiz
O branco e o azul do céu
Liberta-me do perdão, daqueles que nunca sentiram
Daqueles que não vêem amor
Daqueles que são mentirosos
Liberta-me, liberta-me, liberta-me