Alí Primera — José Leonardo letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "José Leonardo" de Alí Primera.

Letra

José Leonardo fue
Sudor de negro y cacao
Cuando batia el melao
Para echar al español
Que despues se volvio gringo
Y aquí lo tenemos hoy
José Leonardo fue
Sudor de negro y cacao
Cuando batia el melao
Para echar al español
Que despues se volvio gringo
Y aqui lo tenemos hoy
Porque el cuero compañero
A según como se use
Si es rejo en manos del amo
Que te hace llorar al negro
Y si el tambor es de cuero
Otra cosa es compañero
La carcaja del tambor
Te reconcilia a Mandinga
Y al dios que le reza el amo
José Leonardo fue
Sudor de negro y cacao
Cuando batia el melao
Para echar al español
Que despues se volvio gringo
Y aqui lo tenemos hoy
Anima de San Benito
Líbrame de la culebra
Que del Mantuano me libro de yo
Si la culebra es la misma
¿quién es el Mantuano hoy?
Vengo de comé Urupagua
Vengo muriendo de la sed
Con los besos de mi negra
Se quita y vuelvo a comer
Mano e' pilon
Café tostao
Mi negra en la nochecita
Sigue güeliendo a cacao
Anima de San Benito
Librame de la culebra
Que del Mantuano me libro de yo
Si la culebra es la misma
¿quién es el Mantuano hoy?
Durmiendo se sufre menos
Dice el brujo Estanislao
Pero mamita amanece
Y el sufrir no me ha pasao
Anima de San Benito
Líbrame de la culebra
Que del Mantuano me libro de yo
Si la culebra es la misma
¿quién es el Mantuano hoy?
Cafe tostao
Mano e' pilon
Mi negra en la nochecita
Sigue oliendo a cacao
Vengo de comé Urupagua
Vengo muriendo de la sed
Con los besos de mi negra
Se quita y vuelvo a comer
Anima de San Benito
Líbrame de la culebra
Que del Mantuano me libro de yo
Si la culebra es la misma
¿quién es el Mantuano hoy?
Ese negro resabiao
Ese negro no quiere amo
Con ese negro no hay guey
Porque son sus brazos su ley
Con ese negro no hay guey
José Leonardo fue
Sudor de negro y cacao
Cuando batia el melao
Para echar al español
Que despues se volvio gringo
Y aqui lo tenemos hoy
(recitado)
«Y los negros en cunclillas
Arrollando la llamará
Hacian las voces poquitas
Para escuchar el mulato
Y en patas de guacharaca
El grito de guerra andaba
En sierra de Curimagua
No solo mango de hilacha se daba
José Leonardo fue
Sudor de negro y cacao
Cuando batia el melao
Para echar al español
Que despues se volvio gringo
Y hasta al español jodió

Tradução da letra

José Leonardo foi
Suor de preto e cacau
Quando batia o melao
Para expulsar o espanhol
Que depois se tornou gringo
E aqui o temos hoje
José Leonardo foi
Suor de preto e cacau
Quando batia o melao
Para expulsar o espanhol
Que depois se tornou gringo
E aqui o temos hoje
Porque o couro companheiro
A de acordo com a sua utilização
Se for rejo nas mãos do mestre
Que te faz chorar O negro
E se o tambor é de couro
Outra coisa é companheiro
A carcaça do tambor
Reconcilia te a Mandinga
E ao Deus que lhe reza o mestre
José Leonardo foi
Suor de preto e cacau
Quando batia o melao
Para expulsar o espanhol
Que depois se tornou gringo
E aqui o temos hoje
Anima de São Bento
Livra-me da cobra
Que do Mantuano me livro de mim
Se a cobra é a mesma
quem é o Mantuano hoje?
Venho de comé Urupagua
Estou a morrer de sede
Com os beijos da minha negra
Ele sai e eu volto a comer
Mão e ' pilon
Café tostao
Minha negra na noitinha
Continua a beber cacau
Anima de São Bento
Livra me da cobra
Que do Mantuano me livro de mim
Se a cobra é a mesma
quem é o Mantuano hoje?
Dormir sofre menos
Diz O Feiticeiro Estanislau
Mas a mamã amanhece
E sofrer não me aconteceu
Anima de São Bento
Livra-me da cobra
Que do Mantuano me livro de mim
Se a cobra é a mesma
quem é o Mantuano hoje?
Café tostao
Mão e ' pilon
Minha negra na noitinha
Continua a cheirar a Cacau
Venho de comé Urupagua
Estou a morrer de sede
Com os beijos da minha negra
Ele sai e eu volto a comer
Anima de São Bento
Livra-me da cobra
Que do Mantuano me livro de mim
Se a cobra é a mesma
quem é o Mantuano hoje?
Aquele preto resabiao
Aquele negro não quer mestre
Com esse negro não há guey
Porque são os seus braços a sua lei
Com esse negro não há guey
José Leonardo foi
Suor de preto e cacau
Quando batia o melao
Para expulsar o espanhol
Que depois se tornou gringo
E aqui o temos hoje
(recitado)
"E os negros em cuclillas
Ele vai ligar lhe
Estavam a fazer as vozes pequenas
Para ouvir o mulato
E em patas de guacharaca
O grito de guerra andava
Em serra de Curimagua
Não só a alça de hilacha foi dada
José Leonardo foi
Suor de preto e cacau
Quando batia o melao
Para expulsar o espanhol
Que depois se tornou gringo
E até o espanhol fodeu