Alí Primera — Esclavos de esclavos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Esclavos de esclavos" de Alí Primera.

Letra

Sutil es la esclavitud
Ya no sentimos el latigo
Que nos resuene en la espalda
Es la nueva esclavitud
Busco alguien quien me diga
Si él no se siente esclavo
Al ver el hambre en los rostros
Al ver un niño pringoso
Al ver un hombre sin casa
Vote el suyo compre el nuestro
Me refiero al pensamiento
Comprese un televisor
Pa que viva lo moderno
No le de importancia amigo
Si pa dormir no halla puesto
Quince mil niños por año
Se mueren sin bastimento
Pequeñeces de la vida
Viva nuestra sociedad
Que nos importan sus vidas
Claro han pasados los años
Ya no es como en antaño
A mi me duele mas esta esclavitud
Somo esclavos de esclavos
Nuestro amo tiene amo
A mi me duele mas esta esclavitud
Problema de generación
No se si lo planteo claro
Pero para mi hay una de dos
Una es destruir al amo
Y dos es tener un hijo esclavo
Esclavo, esclavo
Su problema de conciencia
Llevelo al supermercado
Esclavo, esclavo
Para los intelectuales
Tengo un problema de altura
Porque a Curumo le dicen cumbres
Y lomas a ProPatria
Esclavo, esclavo
Del sentir poderoso
Te hace pensar como él
Aúnque tu vivas en pozo
Tengas arriba su pie
Esclavo, esclavo
Era más libre el esclavo
Que había cuando la colonia
Que rezaba a su gloria
Pero con su propio rezo
Esclavo, esclavo
Y como dijo un poeta
Un amigo poeta español
Soy un poeta militante
Un GinTonic porfavor
Esclavo, esclavo
¡a caballo, a caballo esclavo!

Tradução da letra

Sutil é a escravidão
Já não sentimos o chicote
Que nos ressoe nas costas
É a nova escravatura
Procuro alguém que me diga
Se ele não se sentir escravo
Vendo a fome nos rostos
Ao ver uma criança pringosa
Vendo um homem sem casa
Vote no seu compre o nosso
Refiro-Me ao pensamento
Compre uma TV
Pai que viva o moderno
Não importa amigo
Se pa dormir não encontra posto
Quinze mil crianças por ano
Morrem sem bastimento
Bagatelas da vida
Viva a nossa sociedade
Que nos importamos com suas vidas
Claro passaram se os anos
Já não é como antigamente
A mim dói mais esta Escravidão
Somos escravos de escravos
Nosso mestre tem mestre
A mim dói mais esta Escravidão
Problema de geração
Não sei se estou a pensar nisso
Mas para mim há uma de duas
Uma é destruir o mestre
E dois é ter um filho escravo
Escravo, escravo
Seu problema de consciência
Leva o ao supermercado
Escravo, escravo
Para os intelectuais
Tenho um problema de altura
Porque o Curumo é chamado de cimeiras
E lomas a ProPatria
Escravo, escravo
Do sentimento poderoso
Faz te pensar como ele
Aunque tu vivas em Poço
Mantém o pé dele em cima
Escravo, escravo
Era mais livre, o escravo
Que havia quando a colônia
Que rezava à sua glória
Mas com a sua própria oração
Escravo, escravo
E como um poeta disse
Um amigo poeta espanhol
Sou um poeta militante
Um gintonic porfavor
Escravo, escravo
a cavalo, a cavalo escravo!