Al Bano & Romina Power — Bambini letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bambini" de Al Bano & Romina Power.

Letra

I bambini nel sole nel buio dal ghiaccio ai tropici
hanno tutti lo sguardo innocente di chi non sa.
Han sempre voglia di un'altra carezza che aggiusti i riccioli,
di sognare, dormire, giocare finche gli va.

I bambini comprati e venduti per pochi spiccioli.
Addestrati a rubare a mentire a buttarsi via.
I bambini a natale si aspettano dei miracoli
ma milioni di loro non sanno in che giorno sia.

Ma che razza di mondo è,
quello che non rispetta più,
la diversità e l'ingenuità dei piccoli.
Ma che razza di vento c'è,
sento che ci spazza e che butta giù,
l'innocenza che non tornerà mai più.

I bambini hanno facce diverse ma il cuore è simile.
Per scaldarsi hanno solo bisogno di umanità.
E invece trovano un mondo che non fa volare gli angeli.
E come frecce, lontano il tempo poi li scaglierà.

Ma che razza di mondo è,
quello che non rispetta più,
la diversità e l'ingenuità dei piccoli.
Ma che razza di vento c'è,
sento che ci spazza e che butta giù,
l'innocenza che non tornerà mai più.

Dimmi una favola, dimmela tu
se no non mi addormento più.
Trova una favola, digliela tu
fa che lui sogni un po' di più.

Tradução da letra

As crianças ao sol, na escuridão, do Gelo aos trópicos, todos têm o olhar inocente daqueles que não sabem.
Querem sempre outra carícia que conserta os caracóis, sonhe, durma, jogue o tempo que quiserem.

As crianças compraram e venderam por uns tostões.
Treinado para roubar, mentir, deitar-te fora.
As crianças no Natal esperam milagres, mas milhões delas não sabem que dia é.

Mas que tipo de mundo é esse, aquele que já não respeita a diversidade e ingenuidade dos pequenos.
Mas que tipo de vento há lá, eu sinto que ele nos varre e joga para baixo, a inocência que nunca vai voltar.

As crianças têm rostos diferentes, mas o coração é semelhante.
Para aquecer, precisam de humanidade.
E, em vez disso, encontram um mundo que não voa Anjos.
E como flechas, o tempo de distância, então, jogá-las-á.

Mas que tipo de mundo é esse, aquele que já não respeita a diversidade e ingenuidade dos pequenos.
Mas que tipo de vento há lá, eu sinto que ele nos varre e joga para baixo, a inocência que nunca vai voltar.

Conta-me um conto de fadas, ou nunca mais adormeço.
Encontra um conto de fadas, diz-lhe que o fazes sonhar um pouco mais.