Against Me! — White Crosses letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "White Crosses" de Against Me!.

Letra

I wake up in the morning and I drink from the fountain.
I wake up in the morning with the same unanswered questions.
I don’t know what’s going to cure my unsettled stomach.
Street kids collect spare change in a conch shell on the side walk;
their teeth are yellow, their hair is tangled.
Their minds are vapid and they laugh wild in their depravity.
I’ll make my way back home to you, head north on San Marco Avenue.
White crosses on the church lawn, I want to smash them all.
I want to smash them all.
Pony tails swinging back and forth behind beach blonde college girls out for a jog.
Saint Augustine, shine your light down on me!
Pop hits from the 90's echo out of tourist filled bars.
I am met with arms crossed under dirty looks, I am treated like a common thief.
I’ll make my way back home to you, head north on San Marco Avenue.
White crosses on the church lawn, I want to smash them all.
I want to smash them all.
Eaves-dropping in on conversation, I wander aimless leering at strangers.
Strung out on the amphetamines that you gave to me.
Eye-balled with suspicion by a pencil skirt in high heels,
you realize that you’re talking to yourself.
Cannon fire explodes out over the bay.
I’ll make my way back home to you, head north on San Marco Avenue.
White crosses on the church lawn, I want to smash them all.
Looking for context and perspective, looking for some kind of distraction.
White crosses on the church lawn, I want to smash them all.
I want to smash them all.

Tradução da letra

Acordo de manhã e bebo da fonte.
Acordo de manhã com as mesmas perguntas sem resposta.
Não sei o que vai curar o meu estômago inquieto.
Os miúdos de rua coleccionam trocos numa concha no passeio lateral.;
os dentes são amarelos, o cabelo está emaranhado.
As suas mentes são insípidas e riem-se loucamente na sua depravação.
Vou voltar para casa, para ti, para norte, na Avenida San Marco.
Cruzes brancas no relvado da Igreja, quero esmagá-las todas.
Quero esmagá-los a todos.
Rabos de pónei balançando para trás e para a frente atrás de garotas loiras de praia para correr.
Santo Agostinho, Ilumina-me!
O eco dos anos 90 saiu de bares cheios de turistas.
Encontro-me com braços cruzados sob olhares Sujos, sou tratado como um ladrão comum.
Vou voltar para casa, para ti, para norte, na Avenida San Marco.
Cruzes brancas no relvado da Igreja, quero esmagá-las todas.
Quero esmagá-los a todos.
A passar por aqui a conversar, vagueio sem rumo a olhar para estranhos.
Drogou-se com as anfetaminas que me deu.
Com os olhos tapados com suspeitas por uma saia de lápis de saltos altos,
percebes que estás a falar sozinho.
Fogo de canhão explode sobre a Baía.
Vou voltar para casa, para ti, para norte, na Avenida San Marco.
Cruzes brancas no relvado da Igreja, quero esmagá-las todas.
À procura de contexto e perspectiva, à procura de algum tipo de distracção.
Cruzes brancas no relvado da Igreja, quero esmagá-las todas.
Quero esmagá-los a todos.