Adriano Celentano — Africa letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Africa" de Adriano Celentano.
Letra
Le giraffe dal lungo, lungo collo
Sopra gli alberi bruciano la vita
Nel silenzio, la pace piu assoluta
Uno sparo e l’aria e lacerata.
Un bambino e spaventato
Stringe l’arma con forza tra le dita.
Una scimmia da lontano
Alza il capo incuriosita…
I leoni sdraiati li nell’ombra
Siamo in tanti
Con i cuccioli giocano a graffiarsi gia
Innocenti
Paradiso di vita, naturale
Siamo in tanti
Uno sparo e un grido che fa male
Obbedienti
Un bambino e spaventato
Senza amore
Stringe l’arma con forza tra le dita
Senza guida
E la gente da lontano
Com’e ingiusta
Abbassa gli occhi un’altra volta piangendo
Questa sfida.
E quel sole non si nasconde mai
Le capanne la E quel sole impietoso sopra noi
Desolate ma Dov’e l’acqua? Alziamo gli occhi in su Nel cuore tanta liberta
Ma vediamo sempre e solo blu
No la fame non ci ha sconfitto mai
Quegli occhi vivi
Solo l’odio puo farci male ormai
E luccicanti che
Tu fratello sei un lago senza pesci
Han bisogno anche di te Tu fratello perche non mi conosci?
In questa immensita
Siamo in tanti
Quanti delitti non si sa Innocenti
Si respira l’amore
Siamo in tanti
Si respira il dolore
No, non abbiamo mai visto la neve
Siamo gia contenti quando piove
Donne belle e dolci come il miele
Tradução da letra
Girafas de pescoço longo
Acima das árvores queimam a vida
Em silêncio, a paz absoluta
Um tiro e o ar está rasgado.
Uma criança e assustada
Aperta bem a arma entre os dedos.
Um macaco de longe
Levanta a cabeça intrigada…
Os leões estendidos na sombra
Somos tantos.
Com cachorrinhos a brincar para arranhar a gia
Inocente
Paraíso da vida, natural
Somos tantos.
Um tiro e um grito que dói
Obedecer
Uma criança e assustada
Sem amor
Aperta bem a arma entre os dedos.
Sem guia
E pessoas de longe
Que injusto.
Abaixe os olhos mais uma vez chorando
Desafio.
E que o sol Nunca se esconde
As cabanas ali e aquele sol impiedoso Sobre nós
Desolado, mas onde está a água? Levantamos os olhos no coração tanta liberdade
Mas sempre vemos apenas azul
Nenhuma fome jamais nos derrotou
Aqueles olhos vivos
Só o ódio nos pode magoar agora.
E cintilando isso
O teu irmão é um lago sem peixe.
Também precisam de TI, do teu irmão, porque não me conheces?
Nesta imensidão
Somos tantos.
Quantos crimes não conhece inocentes
Tu respiras amor
Somos tantos.
Respiras a dor
Não, nunca vimos a neve.
Já estamos felizes quando chove
Mulheres bonitas e doces como o mel