Adriana Varela — Fuimos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Fuimos" de Adriana Varela.
Letra
Fui como una lluvia de cenizas y fatigas
en las horas resignadas de tu vida…
Gota de vinagre derramada,
fatalmente derramada sobre todas tus heridas.
Fuiste por mi culpa golondrina entre la nieve;
rosa marchitada por la nube que no llueve.
Fuimos la esperanza que no llega, que no alcanza,
que no puede vislumbrar su tarde mansa.
Fuimos el viajero que no implora, que no reza,
que no llora, que se echo a morir.
Vete!!!
No comprendes que te estas matando.
No comprendes que te estoy llamando.
Vete!!!
No me beses que te estoy llorando
y quisiera no llorarte mas.
No ves.
Es mejor que mi dolor
quede tirado con tu amor,
librado de mi amor final.
Vete.
No comprendes que te estoy salvando.
No comprendes que te estoy amando.
No me sigas. Ni me llames. Ni me beses.
Ni me llores. Ni me quieras mas.
Fuimos abrazados a la angustia de un presagio
por la noche de un camino sin salidas,
palidos despojos de un naufragio
sacudidos por las olas del amor y de la vida.
Fuimos empujados en un viento desolado…
sombras de una sombra que tornaba del pasado.
Fuimos la esperanza que no llega, que no alcanza,
que no puede vislumbrar su tarde mansa.
Fuimos el viajero que no implora, que no reza,
que no llora, que se echo a morir.
Tradução da letra
Fui como uma chuva de cinzas e fadiga
nas horas resignadas da tua vida…
Gota de vinagre derramada,
fatalmente derramada sobre todas as tuas feridas.
Foste por minha causa andorinha na neve;
rosa murchada pela nuvem que não chove.
Fomos a esperança que não chega, que não chega,
que não pode vislumbrar sua tarde mansa.
Fomos o viajante que não implora, que não reza,
que não chora, que se faz morrer.
Vai!!!
Não compreendes que te estás a matar.
Não percebes que te estou a ligar.
Vai!!!
Não me beijes que estou a chorar
e gostava de não te chorar mais.
Não vês.
É melhor do que a minha dor
fique deitado com o seu amor,
livrou-se do meu amor final.
Vai-te embora.
Não percebes que te estou a salvar.
Não compreendes que te estou a amar.
Não me sigas. Nem me ligues. Nem me beijes.
Nem chores. Não me queiras mais.
Fomos abraçados à angústia de um presságio
à noite de uma estrada sem saídas,
palidos miudezas de um naufrágio
sacudidos pelas ondas do amor e da vida.
Fomos empurrados em um vento desolado…
sombras de uma sombra que tornava do passado.
Fomos a esperança que não chega, que não chega,
que não pode vislumbrar sua tarde mansa.
Fomos o viajante que não implora, que não reza,
que não chora, que se faz morrer.