Adriana Lucia — Las Costeñitas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Las Costeñitas" de Adriana Lucia.

Letra

Vengo de esa tierra la que nació con tu historia
Que se baña el sol que siente pasión por la vida
Y me dio el valor pa´ coger las cosas con calma
Que guarda el sabor que tiene la gente sencilla
Vengo de esa tierra que me canto entre luceros
Que me dio su amor, la que me arrullo entre su falda
Que velo mi sueño y medio un abrazo sincero
Que me dio su aliento para cantar con el alma
Y de aquella tierra siempre yo tengo recuerdos
No hay agua mas clara siempre voy a regresar
Y si voy con Marty camino de chapinero
Un viejo en la calle nos dice al vernos pasar
Allí van las costeñitas que viven en bogota alegres con su faldita cuando salen
a pasear
Allí van las costeñitas que viven en bogota con las bocas pintaditas y besito
al saluda
Vengo de esa gente la que se alegra de verte
Y en solo una noche te cuentan toda su vida
Que no tiene mucho pero siempre te dan todo
Y los ves llorar en el día de tu despedida
Y de aquella gente siempre yo tengo recuerdos
No hay agua mas clara siempre voy a regresar
Y si voy con Marty camino de chapinero
Un viejo en la calle nos dice al vernos pasar
Allí van las costeñitas que viven en bogota alegres con su faldita cuando salen
a pasear
Allí van las costeñitas que viven en bogota con las bocas pintaditas y besito
al saluda
Allí van las costeñitas que viven en bogota de las manos cogiditas cuando salen
a pasear
Allí van las costeñitas que viven en bogota con las bocas pintaditas y besito
al saluda.
(Gracias a Noemi por esta letra)

Tradução da letra

Venho daquela terra que nasceu com a tua história
Que se banha o sol que sente paixão pela vida
E eu dei a coragem pa pegar as coisas com calma
Que salva o sabor que as pessoas simples têm
Venho daquela terra que me canto entre luceros
Que me deu seu amor, a que me arrulho entre sua saia
Que vejas o meu sonho e meio um abraço sincero
Que me deu o seu encorajamento para cantar com a alma
E daquela terra sempre eu tenho recordações
Não há água mais clara eu sempre vou voltar
E se eu for com o Marty a caminho de chapinero
Um velho na rua diz nos quando nos vemos passar
Lá vão as costeñitas que vivem em bogota alegres com sua saia quando saem
vamos passear
Lá vão as costeñitas que vivem em Bogotá com as bocas pintaditas e beijinho
al diz Olá
Venho daquelas pessoas que gostam de te ver
E em apenas uma noite eles contam para você toda a sua vida
Ele não tem muito mas eles sempre dar lhe tudo
E você os vê chorar no dia da sua despedida
E daquela gente sempre eu tenho recordações
Não há água mais clara eu sempre vou voltar
E se eu for com o Marty a caminho de chapinero
Um velho na rua diz nos quando nos vemos passar
Lá vão as costeñitas que vivem em bogota alegres com sua saia quando saem
vamos passear
Lá vão as costeñitas que vivem em Bogotá com as bocas pintaditas e beijinho
al diz Olá
Lá vão as costeñitas que vivem em bogota das mãos fodidas quando saem
vamos passear
Lá vão as costeñitas que vivem em Bogotá com as bocas pintaditas e beijinho
ao cumprimenta.
(Obrigado a Noemi por esta letra)