Adora Vivos — Toward the Empyrean letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Toward the Empyrean" de Adora Vivos.
Letra
As silence falls the cadence fades
Words so vile escape on wings born of tongues
Infecting the mind of the shattered soul
Evoking the frailty of ignorance
Setting ablaze the serenity unspoken word
Had long entombed in silent litany
A facade of calm amidst the agony
Spiraling back to the start of this depravity
To rest in the solace, the arms of despair
Amidst the idle agreement of false peace
Or face the flames of adversity
To accept the wisdom of scathing tongues
For am I failure, the collapsing icon of loss
For am I one with the bleak aethyr of nothingness
Facile to yield to despair, the arms of tragedy
Yet to what end shall I resign to agony
And with every step I take
Forsaking the path of a life forlorn
Ascending the torment of the mind
Forging onward toward the Empyrean
Shadows of a past life
Drenched in black aethyr
Frozen in this coldness
The strength to conquer my despair
Flames of hatred rising
Awakens the struggle to survive
The will to recreate life
The lure of nihilism endures
In this moment, the failure of life and desire must be cast aside
Exhausted, the final escape, this shell must depart in the flames of
resurrection
To the iron grip of solitude, I succumb, suffocate and thus transcend
And wrest vitality from the cold hand of the dying soul
Resolve to defy the chaos within
The frail ideologies of this world
For the mind is one’s own, I am subject to none
Save for those inflicted upon myself
For every memory consumed in flame
For every moment of life’s past, inhumed in dusk
These ashen remains, I cast unto the wind
Resolve to embrace the fear and rise again
And with every step I take
Forsaking the path of a life forlorn
Ascending the torment of the mind
Forging onward toward the Empyrean
Imposing walls within the mind, dull and glazed were these lightless,
apathetic eyes
Weathered by the shame of this unending storm, I lit the flames of hate just to
feel alive again
For shall I bend to another’s will, embrace the fate given me?
Or hold their lives in a steadfast grasp, rise from these ashes and erase all
despair
Lost was I upon this path of negativity
An awakening of the soul, from death to life again
A promise of a new beginning, and to transcend
Through dark and light I walked these roads and found serenity
And a peace that no one truly knows
Acceptance and negation of this mortal coil
Tradução da letra
À medida que o silêncio cai, a cadência desvanece-se.
Palavras tão vis escapam nas asas nascidas de línguas
Infectando a mente da alma despedaçada
Evocando a fragilidade da ignorância
Incendiar a serenidade palavra não dita
Há muito tempo sepultado em litania silenciosa
Uma fachada de calma no meio da agonia
Voltando para o início desta depravação
Para descansar no consolo, os braços do desespero
No meio do acordo ocioso da falsa paz
Ou enfrentar as chamas da adversidade
Para aceitar a sabedoria das línguas contundentes
Porque sou eu o fracasso, o ícone da perda em colapso
Pois sou um com a etíria sombria do nada
Fácil de ceder ao desespero, os braços da tragédia
Mas para que fim me resignarei à agonia
E com cada passo que dou
Abandonando o caminho de uma vida perdida
Subindo o tormento da mente
Avançando para o Império
Sombras de uma vida passada
Encharcado em aethyr preto
Congelado nesta frieza
A força para conquistar o meu desespero
Chamas de ódio a erguer-se
Desperta a luta para sobreviver
A vontade de recriar a vida
O fascínio do niilismo persiste
Neste momento, o fracasso da vida e do desejo deve ser posto de lado.
Exausto, a fuga final, esta concha deve partir nas chamas de
ressurreicao
Às garras de ferro da solidão, sucumbo, sufoco e assim transcendo
E arrancar a vitalidade da mão fria da alma moribunda
Resolvam desafiar o caos interior
As ideologias frágeis deste mundo
Porque a mente é de cada um, eu não estou sujeito a nenhuma
Exceto para aqueles infligidos a mim mesmo
Para cada memória consumida em chamas
Por cada momento do passado da vida, inumado ao anoitecer
Estes restos de ashen, eu lancei ao vento
Resolvam abraçar o medo e erguer-se de novo.
E com cada passo que dou
Abandonando o caminho de uma vida perdida
Subindo o tormento da mente
Avançando para o Império
Imponentes paredes dentro da mente, monótonas e vidradas eram estas sem luz,
olhos apáticos
Suportada pela vergonha desta tempestade interminável, acendi as chamas do ódio só para
sinto-me vivo outra vez.
Pois devo curvar-me à vontade de outro, abraçar o destino que me foi dado?
Ou manter as suas vidas em uma mão firme, erguer-se destas cinzas e apagar tudo
desespero
Perdi-me neste caminho de negatividade
Um despertar da alma, da morte à vida novamente
Uma promessa de um novo começo, e de transcender
Através do escuro e da luz caminhei por estas estradas e encontrei serenidade
E uma paz que ninguém verdadeiramente conhece
Aceitação e negação desta espiral mortal