Abysmal Dawn — Laborem Morte Liberat Te letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Laborem Morte Liberat Te" de Abysmal Dawn.
Letra
Dear friends
where have you
gone?
The silence
is very deafening
moments frozen in time
greet me in blackest infinity
this burden has weighed a ton.
Embrace me should I let go crawling as we did at birth
bludgeoned by this mortal coil
one day closer
to our final breaths
and just when you have nothing left
they’ll take that too.
Father I am your son
mother I am your everything
these veins run with your blood
I beg you don’t leave me now
Crawling as we did at birth
bludgeoned by this mortal coil
one day closer to our final breaths
and just when you have nothing left
they’ll take that too
If we endure the pain
brought by this barrage of torment
we’ll see the things we love wither and die
vermin run in place
on a path unwinding
in a circle, a circle of lies
Coping with these stages of mortality
accepting the impermanence of being
stability, prosperity, longevity
futile notions and expenditures of time
Laborem Morte liberat te We toil until our deaths
laborem morte liberat te until freedom comes at last
this too shall pass in time
ride the winds into obscurity
hold fast to the things you love
they disappear once you turn around
things change until you don’t belong
and it’s true you can never go home
Crawling as we did at birth
bludgeoned by this mortal coil
one day closer to our final breaths
and just when you have nothing left
they’ll take that too…
Tradução da letra
Amigo
onde estiveste?
desapareceu?
Silêncio
é muito ensurdecedor
momentos congelados no tempo
cumprimenta-me no infinito mais negro
este fardo pesou uma tonelada.
Abrace-me se eu deixar ir rastejando como fizemos no nascimento
espancado por esta espiral mortal
um dia mais perto
ao nosso último suspiro
e quando não tens mais nada
eles também vão levar isso.
Pai, sou teu filho.
mãe eu sou tudo para ti
estas veias correm com o teu sangue.
Imploro-te que não me deixes agora.
Rastejando como à nascença
espancado por esta espiral mortal
um dia mais perto do nosso último suspiro
e quando não tens mais nada
eles também vão levar isso.
Se suportarmos a dor
trazido por esta barragem de tormento
vamos ver as coisas que amamos murchar e morrer.
vermes no lugar
em um caminho que se desenrola
num círculo, um círculo de mentiras
Enfrentar estas fases de mortalidade
aceitar a impermanência do ser
estabilidade, prosperidade, longevidade
noções e despesas fúteis de tempo
Laborem Morte libertem-nos até às nossas mortes
laborem morte liberat te até que a liberdade finalmente chegue
isto também vai passar no tempo.
cavalga os ventos até à obscuridade
agarra-te às coisas que amas
desaparecem assim que nos viramos.
as coisas mudam até não pertenceres
e é verdade que nunca poderás ir para casa
Rastejando como à nascença
espancado por esta espiral mortal
um dia mais perto do nosso último suspiro
e quando não tens mais nada
eles também vão levar isso.…