Abysmal Dawn — Inanimate letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Inanimate" de Abysmal Dawn.
Letra
The desire to feel is a common mistake in life
Degenerative will; slowly beaten down with time
You will not last when only the objects survive
You are consumed within the jaws of paradise
Casting out emotion there’s no time to feel
Toothed cogged machines that churn maim and kill
You can’t stop what’s coming
You’ve known this all along
Join the martyrs that die for nothing
Or slaves that don’t live at all
You will know peace when your foolish idealism dies
The vultures feast on your ultimate sacrifice
Fastening the tourniquet around your neck
Embrace tranquility in your last act
You can’t stop what’s coming
Now face this on your own
No violent new beginning
No tyrants overthrown
You have no time to bleed for weakness must never be shown
And you must not ever be caught in an action of love
The sickening reality that nothing will ever be done
Plagues us eternally and grows now out of control
Joined in our apathy; immersed in a festering world
You were not meant to be conscious of what they have done
Earth and sky cradle the disillusioned and abandoned souls
Cowering rats that feed on the shit and piss over the earth
Tradução da letra
O desejo de sentir é um erro comum na vida
Vontade degenerativa; lentamente derrotada com o tempo
Não durarás quando apenas os objectos sobreviverem.
Você está consumido nas mandíbulas do paraíso
Lançar a emoção não há tempo para sentir
Máquinas dentadas e cogitadas que mutilam e matam
Não podes parar o que aí vem.
Sempre soubeste disto.
Junta-te aos mártires que morrem por nada
Ou escravos que não vivem de todo
Conhecerás a paz quando o teu idealismo tolo morrer.
Os abutres festejam o teu derradeiro sacrifício.
Apertar o torniquete ao pescoço
Abraça a tranquilidade no teu último acto
Não podes parar o que aí vem.
Agora enfrenta isto sozinho.
Não há um novo começo violento
Nenhum tirano derrubado
Você não tem tempo para sangrar por fraqueza nunca deve ser mostrado
E nunca deves ser apanhado numa acção de amor
A realidade doentia de que nada será feito
Atormenta-nos eternamente e cresce agora fora de controlo.
Unidos na nossa apatia, imersos num mundo infestado
Não devias estar consciente do que eles fizeram.
Terra e céu berço das almas desiludidas e abandonadas
Ratos cobardes que se alimentam da merda e mijam sobre a terra