Abraham Boba — Frío letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Frío" de Abraham Boba.
Letra
Frío, congelado en las paredes de este piso
Escribiendo en los cristales que se empiezan a empañar
Del frío que se cuela por debajo de la puerta
Me recuerda que una vez una sirena se llevó mi cuerpo al mar
No pensó en que no podría respirar
No pensó en que me podía ahogar
No aconsejo las pasiones que se vuelven posesiones
Todo un invierno esperando a que el verano se despierte
Y nos vuelva a calentar
Pero ya no hay estaciones como no hay instrucciones para amar
Sólo usamos nuestra boca para hablar
Sólo usamos nuestra lengua para hablar
Ni siquiera nos podemos abrigar
Del frío, se avecinan temporales de mutismo
Te equivocas al pensar que el erotismo va a acabar
Con este frío que se cuela hasta los huesos y conserva
Me recuerda que una vez estuve cerca de perder la identidad
Y corría en lugar de caminar
Tropezaba en lugar de esquivar
Me volví un forajido sólo por sentirme vivo
Todo un invierno esperando a que el verano se despierte
Y nos vuelva a calentar
Pero ya no hay estaciones como no hay instrucciones para amar
Sólo usamos nuestra boca para hablar
Sólo usamos nuestra lengua para hablar
Y este frío nos obliga a terminar
Tradução da letra
Frio, congelado nas paredes deste piso
Escrevendo nos cristais que começam a embaçar
Do frio que escorre por baixo da porta
Lembra me que uma vez uma sereia levou o meu corpo para o mar
Não pensou que não conseguia respirar
Não pensou que me podia afogar
Eu não aconselho as paixões que se tornam posses
Um inverno inteiro esperando o verão acordar
E volte a aquecer nos
Mas não há mais estações como não há instruções para amar
Só usamos a nossa boca para falar
Só usamos a nossa língua para falar
Nem sequer nos podemos abrigar
Do frio, surgem temporais de mutismo
Você está errado ao pensar que o erotismo vai acabar
Com este frio que se Coe até os ossos e conserva
Lembra me que uma vez estive perto de perder a identidade
E corria em vez de andar
Tropeçava em vez de esquivar
Tornei me um fora da lei só por me sentir vivo
Um inverno inteiro esperando o verão acordar
E volte a aquecer nos
Mas não há mais estações como não há instruções para amar
Só usamos a nossa boca para falar
Só usamos a nossa língua para falar
E este frio obriga nos a acabar