Aborted — Sea Of Cartilage letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Sea Of Cartilage" de Aborted.
Letra
Murder
I have been embraced by suffering,
No longer human, I stalk my prey
To kill and gut all surrounding me Humanity in me slips away
Into the basement,
My own private morgue
Necrotic restants are left to devour
Lunacy errupts from the world you breed
Nothing survives as I consume my meat
Depraved in my sea of cartilage
I’m draved in gore
I have been embraced by suffering,
No longer human, I stalk my prey
To kill and gut all surrounding me My humanity slips from me Into the basement,
My own private morgue
Necrotic restants are left to devour
Lunacy errupts from the world you breed
Nothing survives as I consume my meat
Severed head as ornament
My collection of the dead
Punctured cranial-walls collapse
Filled with acid
My aphrodisiac…
I will not rest…
Until I’ve killed you all
I will not rest…
Until your head
Hangs on the wall of suffering
No longer human, it takes control
Feelings overwhealming me I have to rid the earth
Of human anatomy
I will not rest, until i’ve killed you all
Exposed and gutted in my hall of gore
Murder the world… let the blood run… free…
Infected, by this disease called love
I must fill my private morgue
Dissecting randomly,
Your voluptuous cadaver into soup I’ll render
Can no longer bear this suffering
I am your god, your tortured will
No longer human it takes control
Destined to torture, mutilate and destroy
Tradução da letra
Assassinato
Fui abraçado pelo sofrimento,
Já não sou humano, persigo a minha presa.
Matar e esventrar tudo o que me rodeia a humanidade em mim desaparece
Para a cave.,
A minha morgue privada.
Restos necróticos são deixados para devorar.
O lunático errupta do mundo que você cria
Nada sobrevive como a minha carne.
Depravado no meu mar de cartilagem
Sou arrastado para gore
Fui abraçado pelo sofrimento,
Já não sou humano, persigo a minha presa.
Matar e esventrar tudo o que me rodeia a minha humanidade desliza de mim para a cave,
A minha morgue privada.
Restos necróticos são deixados para devorar.
O lunático errupta do mundo que você cria
Nada sobrevive como a minha carne.
Cabeça decepada como ornamento
A minha colecção de mortos
Colapso das paredes cranianas perfuradas
Recheados com ácido
O meu afrodisíaco…
Eu não descanse…
Até vos matar a todos.
Eu não descanse…
Até que a tua cabeça
Pendurado na parede do sofrimento
Já não é humano, assume o controlo.
Sentimentos a rodear-me tenho de libertar a terra
Da anatomia humana
Não descansarei até vos matar a todos.
Exposto e esventrado no meu salão de gore
Matar o mundo ... deixar o sangue correr ... livre…
Infectados, por esta doença chamada amor
Tenho de encher a minha morgue privada.
Dissecar aleatoriamente,
O teu cadáver voluptuoso em sopa eu renderei
Não aguento mais este sofrimento
Eu sou o teu Deus, a tua vontade torturada
Já não é humano, assume o controlo.
Destinado a torturar, mutilar e destruir