Aborted — A Murmur In Decrepit Wits letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "A Murmur In Decrepit Wits" de Aborted.
Letra
Murmur — whisper to me Slithering fantasies of cleaning bones, lucid dreams
Yearning to become real
The luscious slitting of throats, what fantasy?
These fictions so corporal so obtuse
Restricting me, frustrating me The fictions so morbid seem foretold
Digging in the psyche
No theory, no medication, no session
Can shed light upon the monster I am told to become
No theory, no medication, obsession
The smell of blood, the soothing of the pain mine
A medical condition? No, merely purpose
Decrepit wits in a mind mine
These fictions so corporal so obtuse
Restricting me, frustrating me The fictions so morbid seem foretold
Release the rage in me Set in motion the first kill
Adrenaline, rushing me The fictions so morbid fulfilled
Release the real in me Swing the axe, hang the rope
The tales of my coming painted in a spree of gore
Do say your prayers, they shall be answered
By the cutting of blades as your insides are drained
No longer murmurs — in thy decrepit wits
A spree of murder — unleash my insanity
Meticulous plan, the fruition of years of mental disorder
A spree of terror, the canvas of decay
Left behind for them to find, in perspicuity
Murmurs — whisper to me Slithering fantasies of cleaning bones, lucid dreams
Yearning to become real
The luscious slitting of throats, what fantasy?
Tradução da letra
Murmur-whisper to me Slithering fantasies of cleaning bones, lucid dreams
Desejando tornar-se real
O corte lascivo de gargantas, que Fantasia?
Estas ficções são tão Cabo, tão obtusas.
Restringindo-me, frustrando - me as ficções tão mórbidas parecem preditas
Cavando na psique
Sem teoria, sem medicação, sem sessão
Pode lançar luz sobre o monstro que me dizem para me tornar
Sem teoria, sem medicação, obsessão
O cheiro do sangue, o calmante da dor Minha
Uma doença? Não, apenas um propósito.
Espírito decrépito numa mente minha
Estas ficções são tão Cabo, tão obtusas.
Restringindo-me, frustrando - me as ficções tão mórbidas parecem preditas
Liberte a raiva em mim desencadeada a primeira morte
Adrenalina, apressar-me as ficções tão mórbidas
Solta o verdadeiro em mim. balança o machado, pendura a corda.
As histórias da minha vinda pintadas numa onda de sangue
Orai, pois, e ser-lhes-á respondido (com respeito à exortação).
Pelo corte de lâminas, à medida que as suas entranhas são drenadas
Não mais murmúrios-em sua inteligência decrépita
Uma onda de assassinatos-liberta a minha insanidade
Plano meticuloso, a fruição de anos de desordem mental
Uma onda de terror, a tela da decadência
Deixados para trás para encontrarem, em perspicácia
Murmúrios-sussurram-me Fantasias deslizantes de limpar ossos, sonhos lúcidos
Desejando tornar-se real
O corte lascivo de gargantas, que Fantasia?