Abaddon Incarnate — Pandemic By Nature letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Pandemic By Nature" de Abaddon Incarnate.
Letra
I am like a walking plague, vomiting poxy death
Sent forth from the eschatolon, to bring a sickly end
Pestilence incarnate, disease ridden carrier
Trojan virus, harbinger of pandemia
I take it upon myself, to become the first henchman
Hippos, melios, the black horse
I carry the scales, weighing out the bacterium
Famine, drought, disease
Chosen by ego, sent forth by my passion
Death is my sceptre, hatred my angel
I drink from the test tubes, the liquid appolyon
I’ll go amongst the detritus, spreading the disease
Spread the disease, by holy mandate
Toxic priest, wrath of plague
Summon forth the breath of death
The whisper of pandemia
Listen, harken and remember!
Upon rotting stead descend through the burning dawn
I smile upon mankind, with stinking decaying teeth
I exhale vomitous mist, the miasma of disease
My nature is apocalyptic, I am…
Pandemic by nature!
Chosen by ego, sent forth by my passion
Death is my sceptre, hatred my angel
I drink from the test tubes, the liquid appolyon
I’ll go amongst the detritus, spreading the disease
Spread the disease, by holy mandate
Toxic priest, wrath of plague
We hail the lady of the sewer, who lies down in her black filth
Drunk with excrement of a million sub humans
Who divides with oil waters
Green banks scum encrusted
With the detritus of the undead
And the mindless and the pointless
Exterminate — pandemic by nature
Exterminate — pandemic by nature
Tradução da letra
Sou como uma praga ambulante, a vomitar uma morte nojenta.
Enviado do escatólon, para trazer um fim doentio.
Pestilência encarnada, portador de doenças
Vírus troiano, precursor da pandemia
Assumo a responsabilidade de me tornar o primeiro capanga.
Hipopótamos, melios, o cavalo negro
Eu carrego as escamas, pesando a bactéria
Fome, seca, doença
Escolhido pelo ego, enviado pela minha paixão
A morte é o meu ceptro, o ódio o meu anjo
Eu bebo dos tubos de ensaio, o appolyon líquido.
Eu irei entre os detritus, espalhando a doença.
Espalhar a doença, por Santo mandato
Sacerdote tóxico, Ira da peste
Invoca o sopro da morte
O sussurro da pandemia
Ouve, harken e lembra-te!
Sobre a cabeça apodrecida descer através do amanhecer ardente
Eu sorrio para a humanidade, com dentes podres.
Exalo névoa vomitada, o miasma da doença
A minha natureza é apocalíptica, eu sou…
Pandemia por natureza!
Escolhido pelo ego, enviado pela minha paixão
A morte é o meu ceptro, o ódio o meu anjo
Eu bebo dos tubos de ensaio, o appolyon líquido.
Eu irei entre os detritus, espalhando a doença.
Espalhar a doença, por Santo mandato
Sacerdote tóxico, Ira da peste
Saúdamos a Senhora do esgoto, que se deita na sua sujidade Negra
Bêbado com excrementos de um milhão de sub-humanos.
Que divide com águas petrolíferas
Escumalha dos bancos verdes incrustada
Com o detrito dos mortos-vivos
E os irracionais e os inúteis
Extermínio-pandemia por natureza
Extermínio-pandemia por natureza