84 — Desnudos al sol letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Desnudos al sol" de 84.

Letra

Somos carne de cañón
Reciclamos mil besos
Tú eres aire en mi pulmón
Y en la sangre, veneno
Puede ser que el corazón ya no aguante otro vuelco
Condenados a olvidarnos mi amor
Somos carne de cañón
Adictos al recuerdo
Siempre un triste colofón
Y llueve en el desierto
Puede ser que la razón se equivoque en el momento
Condenados a olvidarnos mi amor
Afincados en el barrio de la muerte
Paseamos por los prados del perdón
En el infierno no hay sitio para un ángel
Agotados y desnudos al sol
Arrestados en el barrio de la muerte
Condenados a una pronta ejecución
De la mano al caminar la milla verde
Agotados y desnudos al sol
Somos carne de cañón
Comiéndonos los restos
De un amor en extinción
Herido y sin remedio
Puede ser que el corazón ya no aguante otro vuelco
Condenados a olvidarnos mi amor
Y puede ser que no aguantemos más intentos
Agotados y desnudos al sol
Afincados en el barrio de la muerte
Paseamos por los prados del perdón
En el infierno no hay sitio para un ángel
Agotados y desnudos al sol
Arrestados en el barrio de la muerte
Condenados a una pronta ejecución
De la mano al caminar la milla verde
Agotados y desnudos al sol
Afincados en el barrio de la muerte
Paseamos por los prados del perdón
En el infierno no hay sitio para un ángel
Agotados y desnudos al sol
Arrestados en el barrio de la muerte
Condenados a una poronnta ejecución
De la mano al caminar la milla verde
Agotados y desnudos al sol
Agotados y desnudos al sol

Tradução da letra

Somos carne de canhão
Reciclamos mil beijos
Tu és ar no meu pulmão
E no sangue, veneno
Pode ser que o coração não aguente mais outra reviravolta
Condenados a esquecer o meu amor
Somos carne de canhão
Viciados em recordações
Sempre um triste Colofão
E chove no deserto
Pode ser que a razão esteja errada no momento
Condenados a esquecer o meu amor
No bairro da morte
Passeamos pelos prados do perdão
No inferno, não há lugar para um anjo
Esgotados e nus ao sol
Presos no bairro da morte
Condenados a uma rápida execução
De mãos dadas ao caminhar a milha verde
Esgotados e nus ao sol
Somos carne de canhão
A comer os restos
De um amor em extinção
Ferido e sem remédio
Pode ser que o coração não aguente mais outra reviravolta
Condenados a esquecer o meu amor
E pode ser que não aguentemos mais tentativas
Esgotados e nus ao sol
No bairro da morte
Passeamos pelos prados do perdão
No inferno, não há lugar para um anjo
Esgotados e nus ao sol
Presos no bairro da morte
Condenados a uma rápida execução
De mãos dadas ao caminhar a milha verde
Esgotados e nus ao sol
No bairro da morte
Passeamos pelos prados do perdão
No inferno, não há lugar para um anjo
Esgotados e nus ao sol
Presos no bairro da morte
Condenados a uma poronta execução
De mãos dadas ao caminhar a milha verde
Esgotados e nus ao sol
Esgotados e nus ao sol