38th Parallel — Who Am I letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Who Am I" de 38th Parallel.

Letra

Made like a mirror to reflect his glory
But the glass got smashed, bought a counterfeit story
We gave into pride
Sacrificed life, on that day we died inside
Outside we ignited a rebellion
An infectious disease that labels us felons
Cold and alone, ever wandering in search of a home
Bridge:
Hearts breaking, hands shaking
In time with our hearts vibrating
We say bridges to yesterday are burned
Seasons over, all those leaves have turned
But we cannot look down
We can never keep our gaze locked on the ground
And we stand with wide wide eyes
As our world comes crashing down
Chorus
Who am I to say I’m right?
Who am I to say you’re wrong?
Play judge, look you in the eye
Who am I to throw the stones?
I remember when trust went for free
Sold for a smile on the face of a fantasy
Truth found her home in the pages of fairy tales
Decadent words formed the phrases for dreams that failed
Now trust is a costly commodity
Giving it away is the mark of absurdity
And truth is a homeless traveler
Hoping in the night to be found
And we wave goodbye to our innocence
And we wave goodbye to our ignorance
And we wave goodbye to our nursery mindsets
Abandoning cribs of complacence

Tradução da letra

Feito como um espelho para refletir a sua glória
Mas o vidro foi esmagado, comprou uma história falsa.
Cedemos ao orgulho
Sacrificou a vida, naquele dia morremos lá dentro.
Lá fora provocámos uma rebelião.
Uma doença infecciosa que nos rotula de criminosos
Frio e sozinho, sempre vagando em busca de um lar
Ponte:
Corações partidos, mãos a tremer
No tempo com os nossos corações vibrando
Dizemos que as pontes de ontem estão queimadas.
As estações acabaram, todas as folhas mudaram
Mas não podemos olhar para baixo
Nunca poderemos manter o olhar fixo no chão
E ficamos de olhos bem abertos
À medida que o nosso mundo desaba
Coro
Quem sou eu para dizer que tenho razão?
Quem sou eu para dizer que estás errado?
Faz de juiz, olha-te nos olhos.
Quem sou eu para atirar as pedras?
Lembro-me quando a confiança foi de graça.
Vendido por um sorriso no rosto de uma fantasia
A verdade encontrou a sua casa nas páginas dos contos de fadas
Palavras decadentes formaram as frases para sonhos que falharam.
Agora a confiança é uma mercadoria cara
Dá-lo é a marca do absurdo
E a verdade é que um viajante sem abrigo
Esperando na noite ser encontrado
E dizemos adeus à nossa inocência
E dizemos adeus à nossa ignorância
E dizemos adeus às nossas mentalidades de berçário
Abandonar berços de complacência