1280 Almas — Bombardeando letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Bombardeando" de 1280 Almas.

Letra

Desde que eres un niño
Te tiene bombardeando
Te hacen trabajo fino
Te están manipulando
Desde que eres pequeño
Ya tienen cogido
Te han vendido tus sueños
Y tú destino elegido
Pero quieren que pienses
Que tienes elección
Que tú grano de arena
Cambiara la nación
Óyeme negrita santa
Yo te traigo esta rumba nada más
Para mover la caderita
Y que te olvides ay de tu pena
Y te tragues entero lo que da el noticiero
Y que no hagas preguntas hasta el día de tu entierro
Y que no digas nada, nada
Si patean tu trasero
Y te ganas las calle y debiendo dinero
Sin ningún horizonte
Va fijar la mirada
Sin ningún pensamiento en tu mente cansada
Óyeme negrita santa
Yo te traigo esta rumba nada más
Para mover la caderita
Y que te olvides ay de tu pena
Cumbia de la esclavitud
Tumba de la juventud
Cumbia de la soledad
De esta pobre humanidad
Cumbia, cumbia de la esclavitud
Tumba, tumba de la juventud
Cumbia, cumbia de la soledad
De esta pobre humanidad
Te están manipulando
Para que sigas creyendo
Que todo es por tu culpa
Y que así sigas cayendo
En el hoyo profundo
De tu propio fracaso
Como si hubiera forma
De elegir cada pasó
Y te obligan a verte
Inhumano y deforme
Sin que sepas enserio
Porque estas inconforme
Óyeme negrita santa
Yo te traigo esta rumba nada más
Para mover la caderita
Y que te olvides ay de tu pena
Ellos juegan contigo
Con tu miedo a perder
Y a vivir sin trabajo
Y sin saber q hacer
Para que coman tus hijos
Junto con tu mujer
Hay ya no quieres mirarla sin querer echar a correr
Pa salir de parranda
Sin volver la cabeza
Pues se llena de pena
No cumplir tu promesa
Óyeme negrita santa
Yo te traigo esta rumba nada más
Para mover la caderita
Y que te olvides ay de tu pena
Cumbia de la esclavitud
Tumba de la juventud
Cumbia de la soledad
De esta pobre humanidad

Tradução da letra

Desde que és criança
Está a bombardear Te
Fazem te um bom trabalho
Estão a manipular Te
Desde que és pequeno
Já apanharam
Venderam Te os teus sonhos
E o teu destino escolhido
Mas querem que penses
Que tens escolha
Que tu grão de areia
Vai mudar a nação
Ouve me negrito Pai Natal
Eu trago te esta rumba nada mais
Para mover a cadeirinha
E que te esqueças ai da tua dor
E engoles tudo o que o noticiário dá
E não faças perguntas até ao dia do teu enterro
E não digas nada, nada
Se eles chutarem seu traseiro
E ganhas as ruas e deves dinheiro
Sem nenhum horizonte
Vai fixar o olhar
Sem qualquer pensamento em sua mente cansada
Ouve me negrito Pai Natal
Eu trago te esta rumba nada mais
Para mover a cadeirinha
E que te esqueças ai da tua dor
Cumbia da escravidão
Túmulo da juventude
Cumbia da solidão
Desta pobre humanidade
Cumbia, cumbia Escravidão
Túmulo, túmulo da juventude
Cumbia, cumbia da solidão
Desta pobre humanidade
Estão a manipular Te
Para continuares a acreditar
Que é tudo culpa tua
E que continues a cair
No buraco profundo
Do teu próprio fracasso
Como se houvesse forma
De escolher cada passou
E obrigam te a ver te
Desumano e deformado
Sem que saibas a sério
Porque não estás em forma
Ouve me negrito Pai Natal
Eu trago te esta rumba nada mais
Para mover a cadeirinha
E que te esqueças ai da tua dor
Eles brincam contigo
Com o teu medo de perder
E viver sem trabalho
E sem saber q fazer
Para os teus filhos comerem
Juntamente com a tua mulher
Já não queres olhar para ela sem querer fugir
Pa sair da festa
Sem virar a cabeça
Está cheio de pena
Não cumprir sua promessa
Ouve me negrito Pai Natal
Eu trago te esta rumba nada mais
Para mover a cadeirinha
E que te esqueças ai da tua dor
Cumbia da escravidão
Túmulo da juventude
Cumbia da solidão
Desta pobre humanidade